Eu paro e me pergunto:
Quando foi que tudo virou esse nada? Em que esquina deixamos de nos ser?
Quando foi que nos desencontramos, nos perdemos, quem separou nossas
linhas? Quem dobrou a rua errada? Quem soltou primeiro a mão? Quem se
perdeu? Ou quem se encontrou em outra dimensão? Quando foi? Por que foi?
E agora? Nada.
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