"Desenganada antes do tempo, vomito sobre os sentimentos
artificiais.
O que a gente chama de amor é apenas o alíbi consolador da união de um perverso
com uma puta, é somente o véu rosado que cobre o rosto assustador da Solidão
invencível.
(...)
Amor, isto é tudo que a gente encontrou para alienar a depressão pós-cópula,
para justificar a fornicação, para consolidar o orgasmo. Ele é a quintessência
do Belo, do Bem, do Verdadeiro, que remodela a sua cara escrota, que sublima a
sua existência mesquinha.
Bem, eu, eu o rejeito."
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